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Reportagem da Wired indica que será esse o motivo porque alguns exibem um comportamento paranóico relativamente às suas comunicações.

Se pensa que o Facebook segue todos os seus passos e tem demasiadas informações pessoais acerca de si, alguma vez parou para pensar naquilo que os colaboradores da empresa sentem? Pois é, uma recente reportagem da Wired permite ter uma pequena noção do mundo em que vivem os trabalhadores da rede social.

“Um colaborador [do Facebook] pediu ao nosso repórter que desligasse o telemóvel para que fosse mais difícil à empresa saber se esteve perto dos telemóveis de alguém do Facebook”, pode ler-se na publicação.

Durante a reportagem é possível ficar com a noção de um sentimento de paranóia entre os colaboradores do Facebook. O sentimento explica-se por algumas histórias relacionadas com despedimentos de colaboradores – nomeadamente o do responsável da secção Trending – por motivos que apenas poderiam ser conhecidos tendo acesso a comunicações privadas.

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Companhias chinesas são acusadas de espiar utilizadores.

As agência de segurança e informação dos Estados Unidos aconselharam os cidadãos norte-americanos a não utilizarem serviços e produtos das marcas chinesas Huawei e ZTE. A recomendação foi dada durante o comité de informações do Senado por responsáveis do FBI, CIA e NSA.

"Estamos profundamente preocupados com os riscos de permitir que qualquer companhia ou entidade ligada a governos estrangeiros que não partilham dos nossos valores ganhem posições de poder dentro de nossas redes de telecomunicações", disse o diretor do FBI, Christopher Asher Wray.

No entender de Asher Wray, utilizar telemóveis chineses proporcionaria às empresas e ao governo chinês a capacidade de alterar informações e até mesmo espiar as pessoas nos Estados Unidos.

O governo de Pequim defendeu-se, acusando os Estados Unidos de protecionismo.

Recorde-se que a Huawei, em setembro do ano passado, ultrapassou a Apple e começou a ocupar a segunda posição da maior fabricante de smartphones do mundo, ficando, apenas, atrás da Samsung. Porém, a empresa nunca conseguiu chegar ao mercado norte-americano, devido à "hostilidade" do governo americano para com as fabricantes chinesas.

Alguns legisladores dos Estados Unidos estão a equacionar criar um projeto de lei para proibir que funcionários do governo usem aparelhos chineses.

"Hoje, o meu foco de preocupação é a China, especificamente, as multinacionais chinesas como Huawei e ZTE que têm amplos vínculos com o governo chinês", afirmou o senador Richard Burr, presidente do comité de informações do Senado.

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Apesar do interesse em visitar o Apple Park, é improvável que a empresa venha a permiti-lo.


Desde que foi revelado que o Apple Park tem atraído atenções, não só pelo seu espaçoso campus repleto de flora como também pelo design da sua nave principal. Se esperava que a Apple lhe permitisse visitar a sua nova sede então está sem sorte, porque parece que o CEO Tim Cook não tem intenções de o permitir.

“O problema em abrir as instalações [a pessoas de fora] para visitas é que temos muitas coisas confidenciais. Agora é como que a minha sina manter as coisas em segredo”, terá respondido Tim Cook na reunião anual com accionistas quando um dos participantes perguntou quando seria possível fazer uma visita.

Porém, nota o Business Insider que mesmo que não consiga ver o interior do Apple Park é possível ver fotografias que os próprios colaboradores da empresa têm publicado nas redes sociais. É melhor que nada.

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O ecrã OLED do smartphone topo de gama da Apple é fabricado pela Samsung. Como a Apple decidiu cortar a produção do iPhone X, a Samsung ficou com um stock elevado destes ecrãs e procura interessados para vendê-los.

A prestação do iPhone X no competitivo mercado dos smartphones está longe de ser a desejada. As vendas baixas levaram a Apple a decidir cortar a produção do iPhone X, uma decisão que penalizou uma das grandes rivais da empresa de Cupertino.

A Samsung fabrica o ecrã OLED do smartphone da Apple e, para fazer face à procura que se esperava pelo iPhone X, aumentou a produção dos ecrãs. Agora a marca sul-coreana tem um stock excessivo que vai tentar escoar. Um dos problemas que a Samsung está a enfrentar é o facto dos outros fabricantes de smartphones ainda não terem feito a transição para os ecrãs OLED, avança o Nikkei.

O preço destes ecrãs não ajuda. Cada unidade custa mais de 100 dólares (cerca de 80 euros). Para piorar a situação, a Samsung enfrenta a concorrência dos fabricantes chineses de ecrãs OLED, que aumentaram a sua capacidade de produção.

De acordo com o Nikkei, as vendas do iPhone X devem cair para metade dos números esperados nos primeiros três meses do ano. A estimativa inicial apontava para mais de 40 milhões de unidades vendidas.

 

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São eles que a fazem mas, pelos vistos, estão a afastá-la das suas crianças. Vários funcionários de empresas como a Apple e o Google, estão a proibir ou restringir os filhos de usarem as tecnologias que ajudam a criar.

Silicon Valley, a capital tecnológica do mundo, onde se situam as sedes das maiores empresas tecnológicas, tal como o Google, a Apple ou o Facebook, está a surpreender novamente, agora, pelas razões diferentes das do costume.

Tudo porque, os ”pais de Silicon Valley”, como lhes chama o Tech Insider, estão a afastar os seus filhos dos seus próprios produtos, isto é, da tecnologia. Para abordar esta tendência, o site americano falou com Minni Shahi, alto cargo da Apple, e Vijay Koduri, ex-funcionário do Google, que estão a evitar ao máximo o contacto dos seus filhos, Saurav, de 10 anos e Roshni, de 12, com a tecnologia… que os próprios ajudam a criar.

“Koduri e Shahi representam um novo tipo de pais em Silicon Valley. Em vez de apetrecharem a sua casa com a mais recente tecnologia, muito dos pais a trabalharem no mundo da tecnologia estão a limitar – e algumas vezes a banir – os o ‘tempo de ecrã’ que os filhos têm”, pode ler-se no artigo da Tech Insider.

Saurav e Roshni não têm nenhum tipo de videojogos em casa e as crianças ainda não têm telemóvel próprio. Podem jogar apenas nos telefones dos pais e somente por 10 minutos semanais. No entanto, os ‘pais de Silicon Valley’ garantem que não existem limites de tempo para usar a vasta coleção familiar de jogos de tabuleiro.

“Sabemos que em algum ponto eles vão precisar de telefones próprios”, garantiu Koduri à publicação, afirmando também que “vamos prolongar essa necessidade o máximo de tempo possível”.

Outro dos factos interessantes que o antigo funcionário do Google revelou foi que “as empresas de tecnologia sabem que quanto mais cedo as crianças e adolescentes usarem a sua plataforma, mais facilmente se torna um hábito de vida”.

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